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StorageTek na mídia

Reportagens sobre a StorageTek publicadas na mídia no mês de Março de 2005:


Maxpress – 02/03/05

StorageTek contrata executivo para a área de desenvolvimento de negócios

StorageTek,  especializada  em  soluções  para  armazenamento  de  dados,  anuncia  a  contratação  de  Márcio  Venzi  para  o  cargo  de  consultor  de  negócios  de  sua  subsidiária  no  Brasil.  O  executivo  será  também  um  dos  porta-vozes  da  empresa.

Márcio  Venzi,  31  anos,  é  formado  em  Ciência  da  Computação  pela  Universidade  Mackenzie.  Com  diversos  artigos  e  um  livro  publicados  sobre  a  área  de  TI,  o  executivo  atuou  em  empresas  como  a  IBM,  EMC  e  Nokia,  onde  desenvolveu  importantes  programas  de  relacionamento  com  parceiros  e  clientes  para  o  lançamento  de  novas  linhas  de  produtos  no  País.

 

Developers – 06/03/05

StorageTek anuncia contratação

A StorageTek, especializada em soluções para armazenamento de dados, anunciou a contratação de Márcio Venzi para o cargo de consultor de negócios de sua subsidiária no Brasil, além de também atuar como um dos porta-vozes da empresa. Com 31 anos, Márcio Venzi é formado em Ciência da Computação pela Universidade Mackenzie e possui diversos artigos e um livro publicados sobre a área de TI. O executivo atuou em empresas como a IBM, EMC e Nokia, onde desenvolveu importantes programas de relacionamento com parceiros e clientes para o lançamento de novas linhas de produtos no país.

 

Mackenzie na imprensa – 06/03/05

StorageTek anuncia contratação

A StorageTek, especializada em soluções para armazenamento de dados, anunciou a contratação de Márcio Venzi para o cargo de consultor de negócios de sua subsidiária no Brasil, além de também atuar como um dos porta-vozes da empresa. Com 31 anos, Márcio Venzi é formado em Ciência da Computação pela Universidade Mackenzie e possui diversos artigos e um livro publicados sobre a área de TI. O executivo atuou em empresas como a IBM, EMC e Nokia, onde desenvolveu importantes programas de relacionamento com parceiros e clientes para o lançamento de novas linhas de produtos no país

 

Maxpress – 06/03/05

STORAGETEK É A EMPRESA MAIS ADMIRADA DOS EUA EM 2005 SEGUNDO A REVISTA FORTUNE

Pelo  quarto  ano  consecutivo,  a  revista  FORTUNE  nomeou  a  StorageTek,  empresa  especializada  em  soluções  e  serviços  para  armazenamento  dados,  a  número  um  do  ranking  anual  de  empresas  mais  admiradas  dos  EUA  na  categoria  de  periféricos  para  computadores.  A  organização  foi  escolhida  novamente  por  outras  empresas  do  ramo,  com  base  nas  altas  notas  que  obteve  nos  quesitos  inovação,  qualidade  de  produtos  e  serviços,  solidez  financeira,  talento  dos  profissionais,  uso  dos  recursos  corporativos,  responsabilidade  corporativa,  qualidade  da  administração  e  valor  de  longo  prazo  dos  investimentos. 

"Não  existe  melhor  elogio  do  que  sermos  reconhecidos  como  a  melhor  da  categoria  por  organizações  de  renome,  incluindo  nossos  concorrentes",  afirma  Pat  Martin,  presidente  e  CEO  da  StorageTek.  "A  homenagem  que  recebemos  pelo  quarto  ano  consecutivo  comprova  o  talento,  o  comprometimento  e  o  conhecimento  dos  nossos  profissionais,  bem  como  a  fidelidade  dos  nossos  clientes,  que  continuam  nos  procurando  em  busca  de  soluções  para  atender  às  suas  necessidades  cada  vez  mais  complexas  de  armazenamento  de  dados".

StorageTek,  que  realiza  o  maior  lançamento  de  produtos  de  sua  história,  continuará  incluindo  melhorias  na  sua  família  de  produtos  e  serviços  durante  2005  e  nos  anos  seguintes.  Com  seu  longo  histórico  de  inovação,  a  StorageTek  está  preparada  para  colaborar  com  clientes  auxiliando-os  a  aumentar  a  produtividade  dos  seus  principais  recursos  de  armazenamento;  fornecer  sistemas  de  backup  e  recuperação  mais  confiáveis,  que  exigem  pouca  mão-de-obra;  e  projetar  arquiteturas  de  arquivo  morto  e  conformidade  que  ajudem  a  manter  os  clientes  em  atividade  sem  deixar  de  cumprir  regulamentos  e  leis  que  exigem  a  retenção  de  dados.

A  organização  comemora  ainda  seu  18º  trimestre  consecutivo  de  crescimento  de  lucros  em  12  meses,  sendo  que  2004  foi  o  quarto  ano  consecutivo  em  que  os  lucros  cresceram  mais  de  25%.  Durante  esse  período,  a  StorageTek  aumentou  seu  lucro  por  ação  em  mais  de  600%.  No  Brasil,  o  faturamento  total  da  empresa  cresceu  33%  em  2004.  A  subsidiária  brasileira  comemora  ainda  a  conquista  de  36  novos  clientes  e  26  contratações  no  último  ano. 

A  lista  de  empresas  mais  admiradas  dos  EUA  em  2005  da  revista  FORTUNE  é  preparada  por  dez  mil  executivos,  diretores  e  analistas  que  votam  nas  empresas  que  mais  se  destacaram  em  oito  áreas  principais.  Em  cada  um  dos  65  ramos  de  atividade,  é  solicitado  que  os  concorrentes  classifiquem  as  empresas  na  sua  categoria  de  acordo  com  o  que  eles  sabem  sobre  o  desempenho  de  cada  uma  delas  em  cada  área  de  concentração  individual. 

"A  StorageTek  sempre  dominou  a  sua  área  e,  aparentemente,  não  está  passando  despercebida",  comenta  Steve  Duplessie,  fundador  e  analista  sênior  do  The  Enterprise  Strategy  Group,  Inc.

 

Computerworld – 15/03/05  

Fornecedores avaliam fusão Symantec-Veritas

Isaac Newton entrou para a história por ter descoberto a Lei da Gravidade, a qual estabelece que toda ação provoca uma reação de igual intensidade e em sentido contrário. Se o enunciado do físico inglês for transposto para as áreas de armazenamento e segurança da informação nas corporações brasileiras, qualquer um irá verificar que este é mais um caso de lei que ainda não pegou.

Mas, a despeito de tanta indiferença, os fatos mostram que as regras básicas da física também cabem muito bem no mundo dos fornecedores, principalmente quando o assunto em questão são as recentes aquisições como a da Veritas pela Symantec, uma negociação de US$ 13,5 bilhões que revirou o mercado da tecnologia no fim do ano passado. E não é para menos, já que a história envolve uma das maiores empresas de segurança do mundo absorvendo outra de igual representatividade em sua área de atuação.

Os protagonistas do caso ainda não falam sobre a fusão. Procuradas pela reportagem, a Veritas disse que ainda não é tempo de se pronunciar, enquanto a Symantec se limitou a declarar que objetivo da transação é "atender o desejo dos clientes em reduzir a complexidade e os custos com o gerenciamento de infra-estrutura de TI, oferecendo um portfólio heterogêneo de produtos e de camadas de infra-estrutura".

Discurso básico de quem tem pela frente um processo de fusão e de integração que, na opinião de executivos como Bruce Gheesling, vice-presidente de operações comerciais da EMC Software Group, custará um par de anos para se efetivar.

No topo do ranking de armazenamento, segundo a IDC, a EMC diz que a bolsa de Nova York não recebeu bem a aquisição da concorrente (veja opiniões no quadro abaixo). Segundo Gheesling, o mercado consumidor ainda não entendeu a aquisição. "E até que isso ocorra, é claro, a companhia pretende transformar esse intervalo em vantagem competitiva."

A movimentação provocada pela fusão também traz de volta uma discussão que há tempos instiga o mundo dos negócios. De um lado estão aqueles que apostam no conceito de "best of breed", no qual o usuário opta por aquilo que julga melhor para si, independente do número de fornecedores que essa estratégia possa envolver. De outro lado - e aqui se encontra a Symantec -, estão os que apostam na concentração de produtos e serviços, com vistas a facilitar a vida do usuário, como frisa a fabricante do Norton antivírus.

A jogada feita pela empresa sinaliza a certeza de que sua estratégia é a mais correta, afinal ninguém investiria bilhões de dólares em algo incerto, nebuloso. Mas o que é tão sensato para alguns, para outros não faz o menor sentido. "Não estou dizendo que a estratégia deles esteja errada. Mas nossa orientação vai em sentido totalmente oposto", diz Emílio Munaro, presidente da McAfee do Brasil.

Há cerca de um ano e meio, a companhia, então chamada Network Associates, decidiu se desfazer de duas linhas de produtos (Sniffer e Magic Solutions) para se voltar exclusivamente às soluções de segurança da informação. A marca McAfee assumiu o posto principal.

Aquisições também foram feitas (IntruVert Networks, Entercept e FoundStone), mas com o propósito de se verticalizar ainda mais. "A McAfee sempre esteve aberta para alianças, mas nunca se vinculou a uma solução de storage específica. Respeitamos o cliente, sua opção de escolha, até porque storage e segurança são disciplinas completamente distintas", declara Munaro.

A aposta da McAfee se baseia em um histórico recente da empresa. Em 1997, a companhia adquiriu 19 empresas e passou a ser Network Associates. Mas o caminho natural dos negócios, segundo Munaro, levou a empresa para a especialização. "Essa lição já foi vivida por nós. Você precisa de um foco específico. E estrategicamente, nós acreditamos que quando se faz uma investida não se escolhe o que vai atacar. A proteção tem que ter um caráter mais abrangente, não é algo que nasce e morre num computador."

Compartilha da mesma opinião Daniel Carboni, gerente da F-Secure, empresa finlandesa de segurança que acaba de abrir escritório no Brasil. Neste caso, inclusive, mergulhando mais ainda na especialização. "Temos uma estratégia diferente do que os concorrentes estão fazendo ou fizeram. Tínhamos produtos com criptografia e descontinuamos. Nosso negócio são soluções de antivírus", declara.

Nesse ínterim, empresas de menor participação de mercado buscam meios de ampliar suas bases. É o caso da fabricante de software de armazenamento CommVault, norte-americana que tem suas soluções distribuídas pela Symmetry no Brasil. "É uma situação interessante para nós, porque as prioridades deles mudam. Isso abre espaço para nós crescermos. Já estamos nomeando novas revendas, dobrando nossa capacidade", diz Jacob Feldman, diretor da distribuidora.

A ação e a reação

Uma postura mais política e arredia tende a marcar o posicionamento de empresas que de alguma maneira já vinham concorrendo simultaneamente em ambos mercados, bem como de atuais parceiros negócios das companhias em processo de fusão. Edgar Antunes dos Santos, gerente de marketing, canais e operações da IBM América Latina, reconhece a tendência dos fabricantes tentarem gerar valor para suas plataformas, mas prefere não emitir juízo sobre a decisão.

"Nosso direcionamento é o serviço, é o que enxergamos. A IBM caminha muito mais para a virtualização, e dentro disso você já tem características de segurança", diz o executivo, acrescentando que a big blue não mantem qualquer contrato de exclusividade com fornecedores de ferramentas de segurança.

Para a Computer Associates Brasil, há sim uma interseção das áreas de segurança e armazenamento dentro das empresas. E isso justifica, segundo o gerente geral da empresa, Marco Leone Fernandes, por que há oito anos a companhia decidiu integrar as duas divisões sob o leque do que hoje denomina por "gestão integrada de TI".

Neste menu se encontram desde aplicações de portal com visibilidade de hardware e software até diferentes camadas de segurança e de gestão de conteúdo. E numa visão ainda mais abrangente, Fernandes provoca. "Mas não adianta ter segurança e storage bem atendidos se não há infra-estrutura, se não tem gestão do conhecimento."

Empresas verticais como a StorageTek, que trabalha exclusivamente com hardware para armazenamento, vêem com bons olhos as mudanças. "Nós já éramos parceiros da Veritas com suas soluções de software. Para nós, não afeta em nada nosso relacionamento", diz Armando Andrade, gerente geral da StorageTek Brasil.

A Hitashi Data Systems, de acordo com seu diretor geral no Brasil, Paulo Castanheira, também espera prosseguir em seu regime de colaboração com a nova empresa. Segundo o executivo,

80% do que a HDS produz hoje pode ser complementado aos produtos da Veritas. Outros 20% concorrem diretamente. "Temos um relacionamento próximo com eles, fazemos campanhas juntos quando isso faz sentido. Mas ainda não temos com contato direto com a Symantec. Ainda não entendemos direito como será essa relação."

O tempo dirá

Com exceção da Symantec, opiniões tão díspares revelam que, atualmente, há muito mais dúvidas do que certeza quanto ao futuro de um casamento que, pelas reações da vizinhança, já começa conturbando o ambiente. O motivo de tanta excitação aparece nas pesquisas da consultoria IDC. Apenas no último trimestre de 2004, o mercado mundial de armazenamento movimentou US$ 1,9 bilhão.

O mercado de segurança é, de longe, o mais promissor em todo setor TI, aparecendo como prioridade de investimentos em qualquer pesquisa de mercado. Segundo o instituto, as empresas tendem a investir em soluções completas, ao invés de produtos específicos. Isso, diz a IDC alterará o cenário da demanda e fornecimento de hardware e software de infra-estrutura na região (América Latina).

De acordo com os analistas, a demanda não se restringirá mais a soluções contra vírus e hackers, mas à necessidade por um ambiente que levará a "gastos crescentes em áreas que incluem hardware e software de storage, e também software de gerenciamento de sistemas".

Na atual conjuntura, esta é apenas mais uma opinião. Enquanto os rumos do mercado não ganham mais clareza, uma série de questionamentos vem à tona. "A Symantec é orientada a canal, enquanto a Veritas vende 90% de suas soluções diretamente. Como os times vão caminhar juntos?", pergunta Emílio Munaro, da McAfee.

O executivo questiona ainda sobre o aproveitamento dos recursos humanos das duas empresas e de que maneira uma companhia com forte presença no varejo, como a Symantec, vai lidar com a união a uma  corporação focada estritamente no setor corporativo. "Quantas fusões vimos no mercado que se diziam ser brilhantes e não se firmaram? Eu sei do desgaste que eles vão ter, do tempo que precisarão para se firmar", declara Munaro.

São perguntas cujas respostas já existem, mas que hoje estão armazenadas, trancadas a sete chaves por John W. Thompson, CEO e chairmain da Symantec. A questão agora é saber se a sua exatidão se confirmará. Os spyware estão à solta.

Tô nem aí?

O que empresas especializadas em armazenamento e segurança pensam sobre a aquisição da Veritas pela Symantec

Armando Andrade, gerente geral da StorageTek Brasil

"Foi uma decisão positiva. Para nós, que somos parceiros da Veritas, creio que nada será afetado. Pelo contrário, o setor vai ser enriquecido dada a influência que tem a Veritas já tem."

Bruce Gheesling, vice-presidente de operações comerciais da EMC Software
"As duas empresas têm um overlaping de produtos razoável. E Wall Street não recebeu bem a aquisição porque tanto o consumidor de Veritas quanto o de Symantec ainda não entendeu a aquisição. Além disso, o processo de fusão é muito complicado e vai demorar cerca de dois anos até a companhia se reestruturar."

Daniel Carboni, gerente da F-Secure

"Não acredito em concentração. O cliente vai buscar a melhor solução, independente de estar integrada ou não. Já vimos outros casos na indústria, as auditorias falando que isso não é bom para as empresas. Nossa aposta é foco. Eu gostaria que todas as empresas de segurança fizessem isso (entrar em outros mercados)."

Edgar Antunes dos Santos, gerente de marketing, canais e operações da IBM América Latina

"Os fabricantes estão tentando gerar valor para sua plataforma. Querem ir além de seus ambientes. É uma tendência tentar consolidar a base do cliente. Nosso direcionamento é o serviço, que é o que enxergamos como estratégico. Não nos afeta essa mudança."

Emílio Munaro, presidente da McAfee do Brasil

"Há uma grande tendência das empresas entenderem storage e segurança de maneira diferente. Não sentimos essa sinergia como uma tendência. Foi uma surpresa para nós. Nossa estratégia vai emsentido contrario. Há 18 meses nós abrimos mão de duas linhas de produtos que pertenciam a Network Associates, trocamos o nome da empresa, tudo porque decidimos nos focar exclusivamente em segurança."

HP Brasil

Não respondeu ao pedido de entrevista até o fechamento desta edição. Segundo pesquisa da IDC realizada divulgada em dezembro de 2004, a Hewlett-Packard detinha 7,6% de participação de mercado de storage no último trimestre do ano, ocupando a quarta posição no ranking mundial liderado por EMC (31,8%), Veritas (21,7%) e Computer Associates (8,8%). Em quinta posição estava a IBM, com 7,1%.

Marco Leone Fernandes, country manager da Computer Associates Brasil

"É uma atitude correta. E pelo porte, causa movimento no mercado. Mas a CA foi um pouco visionária nessa atitude. Há oito anos decidimos integrar segurança, storage e infra-estrutura. Nos empenhamos no que chamamos hoje de gestão integrada de TI."

Paulo Castanheira, diretor geral da Hitachi Data Systems

"É um movimento novo que, a principio, sugere algo como complementação de linha de produtos e rota de mercado. Se existe coisas que podem ser adicionadas ao seu produto, sem perder a visão, acho ótimo, sou um fã do foco. Mas se for o contrário, isso pode gerar perda de energia. Não vejo a HDS migrando para a segurança da porta para fora."

 

MUDE Notícias – 21/03/05

StorageTek SL500 é eleita 'Product of The Year' de 2005 pela Datamation

Desde o seu lançamento em junho de 2004, o equipamento trouxe vários prêmios e reconhecimento para a empresa

A StorageTek foi um dos destaques na premiação “Datamation 2005 Product of the Year”. Milhares de usuários e leitores Datamation elegeram a tape library StorageTek Streamline SL500 a melhor solução na categoria Enterprise Server.

Desde o seu lançamento em junho de 2004, a Streamline SL500 trouxe vários prêmios e reconhecimento para a StorageTek, contribuindo para a excelente posição alcançada pela empresa em rankings mundiais e reforçando o compromisso da organização em oferecer produtos inovadores e adequados às necessidades dos clientes.

CIO Insight Research Study

A StorageTek comemora ainda os resultados de pesquisa divulgada pela CIO Insight Research Study em dezembro de 2004. No ranking geral da publicação, a StorageTek figura entre os dez melhores fornecedores de soluções de TI, selecionados por cerca de 1,1 mil executivos do setor. Já no ranking de storage a empresa aparece em primeiro lugar. Os entrevistados classificaram as organizações considerando credibilidade e custo das soluções.

 

Columbia Storage – 23/03/05

StorageTek é a empresa mais admirada dos EUA em 2005 segundo a revista Fortune

Pelo quarto ano consecutivo, concorrentes elegem a organização a número um do ramo, considerando inovação, qualidade de produtos e serviços e solidez financeira

Pelo quarto ano consecutivo, a revista FORTUNE nomeou a StorageTek, empresa especializada em soluções e serviços para armazenamento dados, a número um do ranking anual de empresas mais admiradas dos EUA na categoria de periféricos para computadores. A organização foi escolhida novamente por outras empresas do ramo, com base nas altas notas que obteve nos quesitos inovação, qualidade de produtos e serviços, solidez financeira, talento dos profissionais, uso dos recursos corporativos, responsabilidade corporativa, qualidade da administração e valor de longo prazo dos investimentos.

“Não existe melhor elogio do que sermos reconhecidos como a melhor da categoria por organizações de renome, incluindo nossos concorrentes”, afirma Pat Martin , presidente e CEO da StorageTek . “A homenagem que recebemos pelo quarto ano consecutivo comprova o talento, o comprometimento e o conhecimento dos nossos profissionais, bem como a fidelidade dos nossos clientes, que continuam nos procurando em busca de soluções para atender às suas necessidades cada vez mais complexas de armazenamento de dados”.

A StorageTek, que realiza o maior lançamento de produtos de sua história, continuará incluindo melhorias na sua família de produtos e serviços durante 2005 e nos anos seguintes. Com seu longo histórico de inovação, a StorageTek está preparada para colaborar com clientes auxiliando-os a aumentar a produtividade dos seus principais recursos de armazenamento; fornecer sistemas de backup e recuperação mais confiáveis, que exigem pouca mão-de-obra; e projetar arquiteturas de arquivo morto e conformidade que ajudem a manter os clientes em atividade sem deixar de cumprir regulamentos e leis que exigem a retenção de dados.

A organização comemora ainda seu 18º trimestre consecutivo de crescimento de lucros em 12 meses, sendo que 2004 foi o quarto ano consecutivo em que os lucros cresceram mais de 25%. Durante esse período, a StorageTek aumentou seu lucro por ação em mais de 600%. No Brasil, o faturamento total da empresa cresceu 33% em 2004. A subsidiária brasileira comemora ainda a conquista de 36 novos clientes e 26 contratações no último ano.

A lista de empresas mais admiradas dos EUA em 2005 da revista FORTUNE é preparada por dez mil executivos, diretores e analistas que votam nas empresas que mais se destacaram em oito áreas principais. Em cada um dos 65 ramos de atividade, é solicitado que os concorrentes classifiquem as empresas na sua categoria de acordo com o que eles sabem sobre o desempenho de cada uma delas em cada área de concentração individual.

"A StorageTek sempre dominou a sua área e, aparentemente, não está passando despercebida”, comenta Steve Duplessie, fundador e analista sênior do The Enterprise Strategy Group, Inc.

 

GPlus – 25/03/05

StorageTek é a empresa mais admirada dos EUA em 2005 segundo a revista Fortune

Pelo quarto ano consecutivo, concorrentes elegem a organização a número um do ramo, considerando inovação, qualidade de produtos e serviços e solidez financeira.

São Paulo, 25 de fevereiro de 2005 - Pelo quarto ano consecutivo, a revista FORTUNE nomeou a StorageTek, empresa especializada em soluções e serviços para armazenamento dados, a número um do ranking anual de empresas mais admiradas dos EUA na categoria de periféricos para computadores. A organização foi escolhida novamente por outras empresas do ramo, com base nas altas notas que obteve nos quesitos inovação, qualidade de produtos e serviços, solidez financeira, talento dos profissionais, uso dos recursos corporativos, responsabilidade corporativa, qualidade da administração e valor de longo prazo dos investimentos.

"Não existe melhor elogio do que sermos reconhecidos como a melhor da categoria por organizações de renome, incluindo nossos concorrentes", afirma Pat Martin , presidente e CEO da StorageTek . "A homenagem que recebemos pelo quarto ano consecutivo comprova o talento, o comprometimento e o conhecimento dos nossos profissionais, bem como a fidelidade dos nossos clientes, que continuam nos procurando em busca de soluções para atender às suas necessidades cada vez mais complexas de armazenamento de dados ".


A StorageTek, que realiza o maior lançamento de produtos de sua história, continuará incluindo melhorias na sua família de produtos e serviços durante 2005 e nos anos seguintes. Com seu longo histórico de inovação, a StorageTek está preparada para colaborar com clientes auxiliando-os a aumentar a produtividade dos seus principais recursos de armazenamento; fornecer sistemas de backup e recuperação mais confiáveis, que exigem pouca mão-de-obra; e projetar arquiteturas de arquivo morto e conformidade que ajudem a manter os clientes em atividade sem deixar de cumprir regulamentos e leis que exigem a retenção de dados.

A organização comemora ainda seu 18º trimestre consecutivo de crescimento de lucros em 12 meses, sendo que 2004 foi o quarto ano consecutivo em que os lucros cresceram mais de 25%. Durante esse período, a StorageTek aumentou seu lucro por ação em mais de 600%. No Brasil, o faturamento total da empresa cresceu 33% em 2004. A subsidiária brasileira comemora ainda a conquista de 36 novos clientes e 26 contratações no último ano.


A lista de empresas mais admiradas dos EUA em 2005 da revista FORTUNE é preparada por dez mil executivos, diretores e analistas que votam nas empresas que mais se destacaram em oito áreas principais. Em cada um dos 65 ramos de atividade, é solicitado que os concorrentes classifiquem as empresas na sua categoria de acordo com o que eles sabem sobre o desempenho de cada uma delas em cada área de concentração individual.

"A StorageTek sempre dominou a sua área e, aparentemente, não está passando despercebida", comenta Steve Duplessie, fundador e analista sênior do The Enterprise Strategy Group, Inc.

 

Valor Online - 28/03/05

Investimento em programas chegará a US$ 800 milhões até 2007

Demanda em alta acirra disputa por contratos de TI

As principais fornecedoras de soluções de Tecnologia da Informação (TI) deixaram de olhar somente para o topo da pirâmide - formado pelas grandes empresas, um nicho já saturado - para iniciar um ataque agressivo à base, constituída pelos negócios de pequeno e médio porte, conhecido pela sigla em inglês SMB (Small and Midsize Business).

Denis Gaia, analista de mercado do instituto de pesquisa IDC, diz que, por conta do alto nível de maturidade tecnológica das grandes empresas, da competição acirrada para conquistar contas de peso e das margens de lucro muitas vezes baixas, os principais fornecedores de software estão redobrando a atenção nas pequenas. "As pequenas e médias estão demandando sistemas de gestão empresarial, e-commerce, software livre e VoIP (Voz sobre IP)", conta Gaia. O VoIP é uma tecnologia que usa a internet como meio de transmissão de voz e está cada se popularizando cada vez mais.

Outra importante razão para se correr atrás das menores é a tendência da informatização, que também desceu a pirâmide e hoje ameaça tirar do jogo as empresas digitalmente excluídas. "A informatização dos processos e da gestão das pequenas empresas será o grande negócio da próxima década", afirma Cristina Nogueira, diretora de SMB da SAP, a maior fornecedora de programas de automatização de gestão de empresas do mundo.

Com 60% de participação no mercado global e uma carteira de clientes que inclui mais da metade das 500 maiores empresas do mundo, a SAP, até então sinônimo de software para companhias ricas e poderosas, passou por uma reestruturação que a coloca na corrida pelas contas de menor porte. O motivo para correr atrás de companhias com até 100 funcionários e faturamento a partir de US$ 2 milhões pode ser encontrado em números não tão modestos.

Segundo o IDC, a América Latina tem cerca de 340 mil empresas com 10 a 100 funcionários, nos seis principais países. Essas pequenas e médias investiriam cerca de US$ 800 milhões em software de aplicação aos negócios até 2007.

De olho neste mercado em potencial, a SAP não perdeu tempo. A filial brasileira acaba de criar a diretoria de SMB e contratou Cristina, recém-chegada da Microsoft, para assumir a área, avaliar o mercado e montar a estratégia de vendas via canal. Feito isso tudo, o próximo passo é lançar, no último trimestre, o SAP Business One, software de gerenciamento de negócios voltado para as pequenas.

Se as oportunidades no chamado SMB são muitas, a concorrência também é. A SAP entra numa seara até então dominada por uma série de fornecedoras brasileiras. Uma delas é a RM Sistemas, que acaba de anunciar a Linha Compacta, formada por soluções de gestão empresarial para as pequenas empresas, com versões para cinco a oito usuários.

"A Linha Compacta é essencial para o nosso plano de crescer 25% este ano, quando deveremos conquistar 360 novos clientes neste segmento de mercado", diz Eduardo Couto, diretor comercial da RM Sistemas. Visando atender mercados verticais, a RM também está preparando soluções específicas para os segmentos de educação e saúde.

O grupo das pequenas e médias também é estratégico para a IBM. Segundo o diretor de SMB, Luiz Bovi, este segmento caminha de forma mais acelerada que o restante do mercado.

"Enquanto a TI brasileira cresce a uma média de 7% ao ano, no SMB a taxa é de 10%", compara Bovi.

Por isso, a IBM desenvolveu o portfólio de produtos Express, formado por hardware, software e serviços para o mercado de SMB. Algumas destas ofertas são feitas em conjunto com parceiros especializados em áreas de negócio ou indústrias específicas, como é o caso da Microsiga. Para ampliar a base de clientes de SMB, a IBM prepara a ampliação do portfólio Express e a realização de 75 eventos para este público.

De dois anos para cá, a Oracle também redobrou a atenção no mercado de SMB, de acordo com seu vice-presidente de vendas indiretas, Cyro Diehl.

De olho no orçamento dessas empresas, a Oracle está fortalecendo seu mix de produtos com soluções de baixo custo e fáceis de usar. Exemplo disso é a Edição Especial do Oracle E-Business Suite, pacote integrado com aplicativos de negócios que promete auxiliar no gerenciamento de diversas áreas como finanças, compras, estoque, administração de vendas e produção.

Para aumentar sua presença neste nicho, a Oracle gastou, em 2004, mais de US$ 10 milhões na capacitação de parceiros latino-americanos que atendem pequenas e médias empresas. A empresa também oferece financiamento via Oracle Financial Division, com um cardápio variado de opções. Do faturamento de US$ 80 bilhões, um terço foi conquistado graças ao SMB.

Marcelo Giampietro, diretor de vendas do mercado de pequenas e médias da HP, conta que para atrair este tipo de cliente, a HP realiza road-shows pelo país, trabalha com um canal de revendas especializadas, oferece os serviços da HP Financial Services, empresa de leasing da HP que financia qualquer produto de qualquer valor em até 36 meses com juros, e ainda prepara guias de tecnologia em parceria com a Microsoft para conscientizar as pequenas da importância da tecnologia e como utilizá-la.

"Se empresário não entender a tecnologia, ele vai usar mal ou não investir. Agora, se ele compreender, conseguirá melhorar o atendimento, conhecer o seu cliente e se diferenciar", analisa Giampietro.

No mercado de armazenamento de dados, a Brocade, especializada em infra-estrutura para redes SAN (Storage Area Network), também intensifica a aposta nas pequenas e médias, por meio de contratos de OEM com grandes jogadores do mercado como EMC, Hitachi e StorageTek. Para aumentar a receita, Samuel Xavier, gerente-geral, diz que está identificando, treinando e desenvolvendo parcerias para fazer volume de vendas.

Cristina Nogueira, da SAP: "A informatização dos processos e da gestão das pequenas empresas será o grande negócio da próxima década”.

 

IT Web – 31/03/05

StorageTek leva novas soluções ao IT Fórum

A empresa mostrará suas novas soluções de armazenamento

Participante há várias edições do IT Forum, neste ano a StorageTek quer mostrar que a empresa está entrando em uma nova fase de evolução na indústria de armazenamento de dados, marcada por novas maneiras de analisar o valor de uma solução. A empresa pretende apresentar aos CIOs suas mais recentes tecnologias e metodologias de racionalização da infra-estrutura.

Durante o evento, a StorageTek apresentará os desafios das empresas para armazenar corretamente seus dados e responderá as questões mais freqüentes relacionadas à segurança e ao gerenciamento do ciclo de vida das informações (ILM - Information Lifecycle Management).

Também mostrará a família de discos FlexLine e as mais novas fitotecas da StorageTek, a StreamLine SL8500 e SL500.

“O IT FORUM é uma excelente oportunidade para apresentarmos nossos serviços e soluções, já que é um dos mais importantes eventos de TI realizados no Brasil e que conta com a presença dos principais executivos do setor”, comenta o country manager, Armando Andrade.

 


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Para obter informações sobre as soluções de armazenamento da Sun, ligue para:
0800-7714544
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