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StorageTek na mídia

Reportagens sobre a StorageTek publicadas na mídia no mês de dezembro de 2004:


Valor Online – 01/12/04

Cenário corporativo

Profissionais brasileiros fazem sucesso no comando de companhias mexicanas
De São Paulo

As habilidades dos executivos brasileiros já são reconhecidas por boa parte das multinacionais. Tanto que Carlos Ghosn, presidente da Nissan, e Alain Belda, principal executivo da Alcoa, tornaram-se exemplos de sucesso no mundo dos negócios. Mas o destino de muitos dos executivos nacionais não tem sido apenas grandes centros financeiros, como Estados Unidos ou Europa. Nos últimos meses, uma leva de bons profissionais desembarcou em terras latino-americanas, mais precisamente no México.

Hoje há brasileiros ocupando posição de destaque em companhias como o Grupo Modelo, Novartis, Rhodia, EMC, StorageTek, Johnson & Johnson e Unilever. Além da possibilidade de fazer carreira internacional, eles encontram uma das maiores economias da América Latina, com PIB de US 626 bilhões e uma renda per capita de aproximadamente US$ 6 mil. As empresas enxergam nesses executivos uma peça estratégica na gestão de suas subsidiárias. "O executivo brasileiro possui alta capacidade gerencial", afirma Rosa Alba Bernhoeft, consultora especializada em desenvolvimento organizacional, orientação de carreira e sócia-fundadora da Alba Consultoria . "Entre suas competências podemos destacar o foco nos resultados e a flexibilidade na tomada de decisões".

Para Carlos Lima, presidente da Integration Consultoria, o brasileiro acaba sendo bem aceito no mercado mexicano, pela proximidade de culturas. "Apesar de nosso executivo tirar postos deles, somos bem vistos", diz. Essa movimentação toda, na opinião de Lima, acontece por problemas no modelo administrativo de quem exerce altos cargos no país. "Os mexicanos não sabem dizer não, obedecendo fielmente as estruturas hierárquicas", ressalta Lima. Esse perfil, por sua vez, acaba passando uma imagem de que os profissionais de lá não cumprem o que prometem.

"Este é um fato concreto", afirma Edílson Fuzetti, gerente geral da StorageTek, empresa da área de tecnologia da informação, no México. Pela segunda vez, ele assume o principal cargo de uma companhia naquele país. Antes de ingressar na empresa, ele trabalhava na concorrente EMC. "Acabei sendo escolhido para arrumar a casa da filial aqui no México", conta. "Tínhamos problemas graves de administração e conduta de algumas pessoas".

De acordo com Fuzetti, outro entrave refere-se a gestão de tempo dos profissionais no México. "Por isso nos destacamos, aprendemos a dar resultados em curto prazo, o que nos torna muito próximos do modelo de administração americano", observa. É com esse perfil realizador que Fuzetti acabou sendo escolhido na nova empresa para comandar as operações mexicanas da EMC. "Somos fortemente comprometidos com a posição que ocupamos na companhia, além do jogo de cintura que temos".

Da mesma opinião compartilha José Aidar Neto, diretor de vendas da Diageo no país. "Hoje o México já é o quarto destino para executivos brasileiros e acredito que esta demanda deve aumentar devido à nossa fácil adaptação cultural" afirma. Há á aproximadamente 1 ano e 10 meses em terras mexicanas, Aidar Neto destaca ainda atrativos como salários maiores do que os pagos no Brasil. Ele reconhece que o custo de vida no México é mais alto, mas quem vai para lá conta com benefícios, como casa alugada e carro, entre outros.

Enquanto para Eduardo Grecco, presidente da Reckitt Benckiser no México, o país oferece inúmeras oportunidades de carreira, já que cresceu bastante nos últimos anos. Ele afirma que os executivos no Brasil sentem dificuldade de serem recolocados com salários compatíveis com seus cargos. "Caiu o padrão de vida do brasileiro", afirma Grecco. "Além disso, o mercado mexicano vive um momento de maior estabilidade, sem grandes desvalorizações da moeda".

Se esta migração de altos executivos para o México é uma questão pontual, ninguém sabe. Mas uma coisa é unânime: o mercado da América Latina vem seduzindo cada vez mais profissionais brasileiros que buscam dar um salto em suas carreiras. "Existe uma carência de bons profissionais, que muitas vezes preferem os EUA", diz Grecco.

 

Valor Online – 01/12/04

Faturamento da StorageTek no Brasil cresce 35% no terceiro trimestre

A StorageTek, empresa que atua na área de soluções e serviços de armazenamento de dados, anunciou hoje que seu faturamento no Brasil cresceu 35% no terceiro trimestre do ano, ante o mesmo período de 2003. Segundo a companhia, o desempenho no país foi o principal destaque na América Latina que, por sua vez, foi a região que obteve maior expansão de receita no período, de 25%.

A companhia reportou, em âmbito mundial, lucro líquido de US$ 42,8 milhões no terceiro trimestre, com alta de 38% em comparação ao ganho de US$ 31 milhões verificado nos mesmos três meses em 2003. O faturamento global da empresa subiu para R$ 526,5 milhões no terceiro trimestre deste ano, ante os US$ 520,3 milhões de igual período no exercício anterior.

 


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