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StorageTek na Mídia
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Armazenamento chega mais perto do consumidor
29 de dezembro de 2003, IDG Now!
Storage. Em breve este termo usado pelas corporações para o armazenamento e a gestão de grandes volumes de dados entrará no vocabulário do consumidor. Segundo a Horison Information Strategies, consultoria independente especializada na área de storage, em 2005, 93% dos dados já devem nascer de forma digital. A quantidade de informações armazenadas por usuários de PCs, celulares, palmtops, câmeras digitais, MP3 players, entre outros dispositivos eletrônicos já começou a atrair a atenção dos fornecedores de sistemas e hardware de armazenamento. “O volume de dados cresce em uma média de 60% a 70% ao ano. Até 2007, teremos 99,9 hexabytes em dados armazenados no mundo, sendo apenas 20% dados únicos – primeira informação — e 80% dados em contingência ou replicados”, observa Francisco Moltedo, diretor de vendas e evangelista da Information LifeCicle Management da StorageTek . “Isso vem gerar uma demanda grande por especialistas em gerenciamento, armazenamento, replicação e integração de dados”, observa.
Celular e banda larga
Incrementar a oferta de serviços de armazenamento, junto a provedores de acesso à internet e operadoras de telefonia móvel é uma das estratégias de empresas como EMC e Veritas para chegar mais perto de mercados como pequenas empresas e de usuários finais. “Dentro de alguns meses colocaremos no ar estruturas de armazenamento para que as operadoras de telefonia móvel TIM e Oi ofereçam serviços de armazenamento de fotos e vídeos gravados em celulares GSM (Global System for Mobile Communication)”, informa Hermann Pais, diretor de tecnologia da EMC para a América Latina. De acordo com o executivo, atualmente, a EMC trabalha com um time da TIM, na Itália, para finalizar o desenvolvimento do novo serviço da operadora, que permite o acesso a imagens via browser e até impressão sob demanda de fotografias digitais tiradas no celular. Outra solução da empresa, que deve chegar em breve ao usuário residencial brasileiro, é um software de backup de dados via conexão em banda larga, para notebooks e desktops. O sistema, desenvolvido pela norte-americana Connected, usa a conexão rápida em horários alternativos para sincronizar, automaticamente, os dados da máquina do usuário no servidor remoto de armazenamento de conteúdo fixo.
Boa faxina
Antes de chegar ao consumidor, a Veritas Brasil parte para as pequenas e médias empresas — Small and Medium Business (SMB) —, oferecendo um serviço de backup e gerenciamento de dados em parceria com os serviços de acesso à web em banda larga Speedy, da Telefônica, e Ajato, da TVA. “A idéia é começarmos com o segmento SMB, que possui sistemas críticos e ao qual vamos oferecer uma modalidade de replicação de dados entre filiais. Hoje em dia o desafio deste setor é fazer a manutenção de sua estrutura de tecnologia sem arcar com altos custos de manutenção”, avalia Bruno Lobo, country manager da Veritas. O executivo também acredita que muitas pequenas e médias empresas precisam fazer uma boa faxina em seus arquivos para aproveitar o espaço em hardware já existente. “É um setor que armazena tudo e de todas as formas. Segundo nossas estimativas, 40% do que é armazenado em empresas envolve arquivos repetidos, muito antigos ou que não relacionados ao negócio”, informa Lobo. Em uma segunda fase, a Veritas, assim como a concorrente EMC, aposta na oferta do sistema de backup de dados via web, Desktop and Laptop Option (DLO), para usuários residenciais de desktops e notebooks. O sistema, segundo Lobo, sincroniza os dados da máquina do usuário para o servidor do provedor de acesso, permitindo acesso remoto via internet. “O usuário doméstico já começou a falar em Gigabytes, mas é sensível a preços”, observa o country manager da Veritas, que busca uma fórmula mais popular para a oferta do produto ao consumidor a partir do segundo trimestre de 2004.
- Trapézio
24 de dezembro de 2003, Portal Exame
Celso Oliveira responde pela diretoria de marketing da StorageTek . O executivo já atuou em empresas como IBM e EMC.
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Celso Oliveira assume marketing da Storagetek
16 de dezembro de 2003, AE Setorial
A StorageTek < http://www.storagetek.com.br > contratou Celso Oliveira, executivo que conta com 20 anos de experiência em TI, tendo passado por EMC nos últimos cinco anos e também pela IBM, para a diretoria de marketing. Sua missão será o desenvolvimento de campanhas e de ações específicas para a geração de demanda e ações junto aos parceiros e o canal de revendedores. Desde julho, a empresa está sob o comando do country manager Armando Andrade, que espera para 2004 ampliar o faturamento da companhia no Brasil em 26%. Para tanto, os investimentos até 2004 serão da ordem de US$ 5 milhões. A StorageTek é uma companhia de capital aberto, com 30 anos de atuação no mercado de tecnologia e oferece soluções para armazenamento, gerenciamento e proteção de dados. Com faturamento mundial de cerca de US$ 2 bilhões, possui cerca de 7.000 funcionários e atua diretamente em 32 países. A subsidiária brasileira, aberta em 1999, é a maior da América Latina. LP.
- StorageTek tem novo diretor de marketing
15 de dezembro de 2003, Computerworld
A StorageTek , empresa de armazenamento de dados, anunciou no final da semana passada Celso Oliveira como seu novo diretor de marketing. O executivo assume o cargo com a missão de ampliar a visibilidade da companhia no mercado brasileiro e apoiar o crescimento da área de canais. Oliveira tem mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia. Antes de ingressar na companhia, passou por empresas como IBM e EMC, onde trabalhou durante os últimos cinco anos. Na StorageTek, o executivo comandará a equipe de marketing e será responsável pelo desenvolvimento de campanhas e de ações específicas para a geração de demanda, além de trabalhar junto com os parceiros estratégicos. As mudanças na área refletem a nova estratégia de negócios da companhia, que desde julho está sob o comando do country manager Armando Andrade. A expectativa para 2004 é ampliar o faturamento no Brasil em 26%, resultado a ser conseguido a partir de investimentos da ordem de US$ 5 milhões
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Celso Oliveira é o novo diretor de marketing da StorageTek
15 de dezembro de 2003, Executivos Financeiros
A StorageTek, empresa de soluções e serviços de armazenamento de dados, acaba de anunciar a contratação de Celso Oliveira para o cargo de diretor da área de marketing. O executivo assume o posto com a missão de tornar a empresa ainda mais conhecida no mercado brasileiro, e apoiar o crescimento da área de canais. Sob seu comando, o time de marketing da StorageTek será responsável pelo desenvolvimento de campanhas e de ações específicas para a geração de demanda, além de trabalhar junto com os parceiros estratégicos. O executivo conta com mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia, adquirida em empresas como IBM e EMC, onde trabalhou ao longo dos últimos cinco anos.
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StorageTek tem novo diretor de marketing
15 de dezembro de 2003, IDG Now!
A StorageTek , empresa de armazenamento de dados, anunciou no final da semana passada Celso Oliveira como seu novo diretor de marketing. O executivo assume o cargo com a missão de ampliar a visibilidade da companhia no mercado brasileiro e apoiar o crescimento da área de canais. Oliveira tem mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia. Antes de ingressar na companhia, passou por empresas como IBM e EMC, onde trabalhou durante os últimos cinco anos. Na StorageTek, o executivo comandará a equipe de marketing e será responsável pelo desenvolvimento de campanhas e de ações específicas para a geração de demanda, além de trabalhar junto com os parceiros estratégicos. As mudanças na área refletem a nova estratégia de negócios da companhia, que desde julho está sob o comando do country manager Armando Andrade. A expectativa para 2004 é ampliar o faturamento no Brasil em 26%, resultado a ser conseguido a partir de investimentos da ordem de US$ 5 milhões .
- StorageTek
15 de dezembro de 2003, Valor Econômico
Celso Oliveira foi contratado para assumir a diretoria da área de marketing da StorageTek, empresa que oferece soluções e serviços de armazenamento de dados. Ele tem mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia, tendo trabalhado na IBM e EMC, onde atuou nos últimos cinco anos.
- REVENDAS: 1 MIL
10 de dezembro de 2003, CRN Brasil
Intensificar a oferta de soluções para o mercado de pequenas e médias empresas por meio dos produtos fornecidos pelos 12 fabricantes com os quais trabalha (Cisco, Check Point, Nokia, Hitachi, Linksys, Tandberg, Websense, RSA, Trend Micro, Allot, StorageTek e RAD), é o objetivo do Mude para 2004. O distribuidor vai buscar novos parceiros para atuar no 5MB e espera aumentar em 50% o número de canais ativos fora da grande São Paulo, considerando interior paulista e demais Estados. Revendedores com experiência no mercado de infra-estrutura, capazes de agregar serviços às soluções de rede, segurança e armazenamento de dados são os procurados pela companhia. Este ano, o Mude alcançou 35% de pedidos online, consolidou o canal focado em segurança corporativa e assinou contrato com Hitachi, Tandberg e Linksys. Em um cenário econômico recessivo, a companhia considera importante ter alcançado as metas de faturamento deste ano e mantém a expectativa de crescimento de 25% para 2004. Espera ainda consolidar o canal especializado em segurança, storage, voz sobre IP e videoconferência e garantir a lucratividade desses parceiros por meio de programas conjuntos com os fabricantes.
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DISTRIBUIDORES: SERVIX, AÇÃO E MUDE
10 de dezembro de 2003, CRN
A StorageTek , que em novembro lançou diversos produtos, espera no próximo ano ampliar o faturamento no Brasil em 26%, sendo que os investimentos até 2004 serão da ordem de US$ 5 milhões. A empresa tem entre seus objetivos aumentar a atuação nas regiões Sul, Norte, Nordeste e Centro-este. Depois da troca do presidente da empresa no país e de executivos das áreas de vendas, serviços e canais, a StorageTek adotou uma estratégia de negócios mais agressiva, visando a oferta de serviços profissionais e soluções completas para armazenamento de dados. Em novembro, criou o CAS - Centro de Atendimento a Soluções, com um laboratório para testar e simular aplicações e demonstrar a linha de soluções para clientes. O objetivo da fornecedora é dobrar as vendas indiretas (que varia de 30% a 40%) nos próximos dois anos, alcançando no mínimo 50% de crescimento em 2004, quando será implementado o Total Channel Program - TCP.
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Trapézio
10 de dezembro de 2003, Revista Exame
GrandChamp é o novo diretor de serviços profissionais da StorageTek .
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Uma Revolução no armazenamento
02 de dezembro de 2003, Gazeta Mercantil
O momento é de classificação e organização das informações. Embora o volume de dados não pare de crescer, armazená-los não é exatamente o problema. A infra-estrutura de armazenamento atualmente disponível nas grandes empresas, na maior parte delas pelo menos, tem capacidade para suportar esse crescimento. Daí, a tendência de estabilidade nas vendas mundiais de servidores de storage. Em compensação, as previsões de vendas de softwares e serviços de armazenamento são bastante ambiciosas.
O instituto IDC diz que as vendas de softwares de gerenciamento de storage vão crescer em média 13% ao ano até 2006. No caso dos serviços, a taxa projetada de expansão é de 8%. O negócio de armazenamento depende de máquinas parrudas e de discos e fitas, mas é com software e consultoria que atualmente, ele ganha valor. Os discos para armazenagem estão cada vez mais baratos e enquanto crescem as vendas de máquinas modulares caem as das monolíticas o Há três anos, lembra João Carlos Lopes, gerente de marketing de storage da HP, 80% das vendas eram de máquinas monolíricas e só 20% do mercado ficava com as modulares.
"Agora, em número de unidades vendidas a relação se inverteu. Houve uma migração para máquinas modulares, que tem moa melhor relação custo beneficio, embora seu desempenho seja inferior ao das monolíticas", diz Lopes. A StorageTek, reforçando a tendência do mercado, lançou recentemente mo novo disco da família D projetado para reduzir custos operacionais de armazena- mento. A EMC2, uma das líderes do mercado de storage, estima uma redução superior a 30% nos preços dos discos nos últimos doze meses. O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) concluiu na licitação na semana passada para ampliar sua capacidade de armazenamento em 6 terabytes.
Vai pagar R$ 1,37 milhão por 128 discos rígidos (HD) e outros equipamentos da HP, vencedora da concorrência. Inicialmente, segundo Benedito Pontes, superintendente do data center do Serpro, havia a expectativa de um gasto de R$ 3,25 milhões na expansão. A partir de 2004, a capacidade de armazenamento do Serpro passa a ser de 32 terabytes. Nos últimos dois anos, a EMC2 comprou dez fabricantes de softwares com aplicações na área de armazenamento. A última aquisição foi a Documentum. A HP acaba de anunciar a intenção de compra da Persist, que tem soluções de gerenciamento de ciclo de vida da informação (ILM, do inglês Infonnation Lifecycle Management).
Empresas historicamente identificadas com o mercado de hardware tratam de se reposicionar. A própria EMC2 era até o final dos anos 90 uma fornecedora de equipamentos. Hoje,. metade de seu faturamento, que supera os US$ 7 milhões, vem de programas e serviços. Nessa nova fase do storage, o foco está na classificação dos dados, na definição de critérios e políticas de gerenciamento e na automação do processo.
Houve um momento em que o mercado de armazenamento queria, basicamente, soluções de segurança (backup e replicação). Na seqüência, ficou evidente a necessidade de consolidação da infra-estrutura,diz Gerson Gonçalves, consultor de pré- venda da Computer Associates (CA). Em plataformas heterogêneas (com mainfiames e servidores de vários fabricantes) e não integradas havia muito desperdício de espaço. Criaram-se as redes de .storage e melhorou bastante o aproveitamento dos equipamentos. Diminuiu a capacidade ociosa dos discos e os recursos foram otimizados.
É evidente que nem todos os clientes resolveram seus problemas de segurança ou consolidaram sua infra-estrutura. Mas para quem já superou essa etapa o desafio passou a ser conhecer melhor os dados, organizá-los e hierarquizá-Ios. Trata-se, no caso, de saber o que de fato precisa ser guardado saber o que de fato precisa ser guardado e em que nível. Algumas informações precisam estar permanentemente disponíveis. E o acesso a esses dados deve ser rápido. Outras, têm pouca ou nenhuma importância.
Gonçalves cita o caso de uma empresa que descobriu cerca de um terabyte ocupado por arquivos MP3 em seus servidores. Funcionários baixavam os arquivos de música, que se acumulavam na base de dados. Para a empresa, era puro desperdício. "O principal ganho do cliente com o gerenciamento do ciclo de vida da informação é evitar desperdícios. O objetivo é agregar políticas e procedimento para racionalizar o uso do hardware", diz Lopes.
Em função da importância, o dado pode ser destinado para uma ou outra mídia. Informações históricas vão, normalmente, sendo acomodadas nas fitas magnéticas e podem ficar fora da rede (offtine) ou perto dela (near line). Nos sistemas "near tine", os cartuchos são colocados dentro de robôs e os dados são recuperados rapidamente.
As fitas são um meio seguro de armazenamento, mas tem uma desvantagem prática: as informações são guardados de forma linear e para recuperá-las e necessário bobinar a fita para frente ou para trás. A robotização facilitou muito esse processo e as fitas têm ganhado fôlego. Em soluções de ILM, elas têm seu lugar. Se o dado precisa ficar disponível, ele será mantido no disco e online. O problema é que essa organização não é tão simples em estruturas complexas, como são muitas empresas, bancos e órgãos governamentais. No ambiente corporativo, nem sempre se sabe realmente o que é importante e merece ser preservado e o que perecível ou inútil e poder ir para a lixeira.
Há leis e regulamentos que determinam o arquivamento de determinadas informações e documentos por um determinado período. As empresas telefônicas, por exemplo, devem guardar os registros de chamadas por vários anos. Há, também critérios internas, da própria empresa, de seleção e hierarquização das informações.
O Serpro mantém online todos os dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siaf) desde 1987. O que fazer, por exemplo, com os e-mails? Alguns estudos indicam, por exemplo, que apenas um e-mail em mil merece ser guardado depois de três meses. A HP tem uma solução que detecta e manda para o lixo os arquivos temporários, que inundam os bancos de dados. E a infinidade de informações não-estruturadas que ocupam os servidores, como os arquivos de música e vídeo?
- O insaciável mundo do armazenamento
Dezembro de 2003, Revista Info Exame
O volume de informações armazenadas nas empresas brasileiras está crescendo 34% ao ano. Veja as tecnologias que podem domar essa avalanche.
Num movimento quase imperceptível, você vai salvando um arquivo aqui, outro ali, e os dados se multiplicam no computador. Segundo uma pesquisa do IDC, o volume de informações armazenadas nas empresas cresce a uma taxa de 34% ao ano no Brasil- e 37% no mundo. Isso significa que, em menos de três anos, uma companhia terá de enfrentar o dobro dos dados que guarda hoje. Onde colocar tanta informação? A resposta está longe de ser algo tão simples quanto ir acrescentando discos nos equipamentos de armazenamento. Especialmente na era do cost-avoidance, em que frear os custos é questão de sobrevivência. Não é coincidência que no mundo do armazenamento esteja ecoando agora, com tanta ênfase, uma nova buzzword: a virtualização. A agitação em tomo do termo é nova, mas o conceito não. A idéia por trás da virtualização é simples: colocar equipamentos de storage de storage de diferentes plataformas e como se fabricantes para conversar, transformando discos físicos em lógicos, como se fosse apenas um. Assim, se falta espaço em determinado disco, é possível fazer a realocação em outro equipamento por software, sem complicação. "Existe muito storage ocioso porque se compra mais do que é preciso. Há espaço sobrando nas empresas, mas uma coisa não é compatível com a outra", afirma Bruno Lobo, country magnager da Veritas. Ou seja, na prática a virtualização permite aproveitar melhor o investimento já feito pelas empresas. "É uma das grandes tendências do storage. Não se justifica mais ter dados tão segmentados e com pouco compartilhamento", diz Jane Shih, gerente de storage da IBM para a América Latina. No dia-a-dia, boa parte das empresas convive com equipamentos de armazenamento de marcas distintas em seus data centers. "Hoje, todo mundo tem de tudo", afirma Annando Andrade, country manager da StorageTek . Só que, por não haver um padrão nos protocolos de storage, cada fabricante dota o seu. E quase ninguém consegue conversar.
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StorageTek prioriza área de serviços
Dezembro de 2003, Revista Executivos Financeiros Pacote de soluções inclui suporte, gerenciamento e manutenção para hardware e software que ajudam a reduzir o TCO (Total Cost Ownership) dos clientes na maioria instituições financeiras para que eles possam se dedicar integralmente aos seus core business. Em 2004, estimativa é crescer 26%.
O
foco da StorageTek em 2003 foi a área de serviços, de acordo com o diretor de vendas para América Latina, Francisco Moltedo Guzman, por isso a fornecedora de soluções de armazenamento de dados anunciou a expansão de sua área de Serviços Profissionais. A empresa passou a fornecer suporte e manutenção de equipamentos e softwares de todo o parque tecnológico dos clientes, inclusive fabricados por outras empresas, e não apenas de seus ambientes de storage. Segundo Armando Andrade, Country Manager da empresa, a StorageTek faz atualmente 45% de seu faturamento com a área de serviços, mas pretende atingir, no ano que vem 60% ou mais. Esse foco na área de serviços faz parte do Enterprise Support Services (ESS), que provê a administração de toda a infra-estrutura de TI. A StorageTek realiza manutenção de equipamentos da linha Mainframe 18M, servidores RISC e periféricos da Sun, HP e IBM, servidores Intel da IBM e Compaq, além de produtos da Inrange e Brocade. A empresa ainda fornece suporte a softwares de fabricantes como CA, Veritas, Legato, TSM e OS. O objetivo do serviço é promover a redução do tempo ocioso das máquinas (downtime), operações mais eficientes e disponibilidade para se concentrar no negócio principal da empresa, contando com um único prestador de serviços. Segundo Guzman, o índice médio de ociosidade da base instalada de armazenagem gira em torno de 20%. O Remote Managed Storage (RMS), item de seus Serviços Profissionais que permite realizar, remotamente, análises e o gerenciamento do ambiente de armazenamento, é outra novidade da StorageTek. O serviço provê suporte operacional ininterrupto realizado pelo Centro de Operações de Armazenamento da empresa, em Boston, EUA. Por meio desse centro, a StorageTek oferece a estabilidade da infra- estrutura de open-systems e consegue analisar o ambiente de backup e restore para prover recomendações necessárias e efetuar ajustes. É possível, ainda, fazer o planejamento de capacidade e o gerenciamento de configuração do storage em disco o que garante melhor utilização dos recursos. A principal ferramenta deste serviço é o Global Storage Manager (GSM), software que possibilita gerar relatórios por meio de uma interface da web. A estrutura do Global Services Business Unit unidade de negócios da empresa focada na prestação de serviços profissionais está dividida em quatro áreas distintas: Infra-Estrutura e Suporte, Integração e Interoperabilidade de Rede, Infra-estrutura e Gerenciamento, e Business Continuity e Recuperação de Desastres. Dentro de Infra-estrutura e Suporte, os clientes podem contar com a manutenção de bases de fitotecas e discos, mesmo que esses não façam parte do portfólio StorageTek. Integração e Interoperabilidade de Rede oferece desenho e implementação de soluções SAN (Storage Area Network), realocação de sites e consolidação de servidores. Infra-Estrutura e Gerenciamento conta com profissionais aptos a adequar o modelo de negócios do cliente à infra- estrutura pretendida, realizando um mapeamento de resultados com a identificação de pontos críticos. A área de Business Continuity e Recuperação de Desastres oferece auditoria no ambiente de armazenamento e distribuição de soluções que protegem dados em situações de desastre. O Gerenciamento do Ciclo de Vida do Dado (ILM, do inglês, Information Lifecycle Management) é o processo que acompanha o valor da informação, indicando as melhores opções de storage. Cada empresa possui informações com valores diferentes para os negócios ao longo do tempo. É comum que o dado só gere receita nos três primeiros dias, após a sua criação. Porém, constantemente, é guardado como se tivesse sempre a mesma importância para o negócio, a um custo incompatível com seu valor. A StorageTek aponta quais as melhores soluções para cada tipo de informação que precisa ser armazenada, garantindo a segurança dos dados ao custo correspondente. O ILM é o conceito da StorageTek que defende que o ambiente de armazenamento pode ser adaptado, de acordo com o valor que cada informação tem. Atualmente, não existe a preocupação de quantificar o valor de um dado. Porém, o crescimento da quantidade de informação e as condições de negócios estão fazendo as empresas reconsiderarem isso. Os preços de equipamentos têm caído, e a expectativa é que, em 2006, custem até 35% menos do que custavam em 1991. No entanto, o custo com a administração do storage pessoal, software, segurança, energia e instalações tende a crescer de 10% a 15%, o que eleva o custo total de propriedade (TCO, do inglês, Total Cost of Ownership). Utilizando o conceito de ILM, pode-se reduzir esse índice, o principal termômetro de redução de custos.
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Vida longa para as informações
Dezembro de 2003, Information Week
Um cliente da PHD Brasil vai reduzir o custo de sua estrutura de armazenagem de dados de US$ 20 milhões por ano para só US$ 6 milhões por ano. Isso em três anos. O que esse cliente contratou é um serviço que tem sido chamado, no mercado, de ILM, information ife-cyc/e management, gestão do ciclo de vida das informações. "Por enquanto, a PHD tem s6 um cliente de ILM", informa Gefferson de Medeiros, diretor de serviços R!ofissionais. Outros fornecedores também louvam a sigla ILM e também têm poucos clientes para mostrar quando têm. Profissionais mais experientes deve se lembrar de HSM, hierarchica/ storage management, gestão hierárquica da armazenagem, há anos uma sigla comum em CPDs de mainframe. HSM é a arte de arquivar dados e informações e de organizar o backup segundo uma hierarquia preestabelecida: conforme a informação envelhece, vai sendo automaticamente deslocada do sistema de armazenagem mais caro, e de melhor desempenho, ao sistema mais barato, e de pior desempenho. O caminho quase sempre é memória cache, disco caro e veloz, disco mais barato e mais lento, disco óptico e, por último, fita magnética. ILM é quase igual. "Há. uma poucas diferenças essenciais", explica Hermann Pais, diretor de tecnologia da EMC Brasil. HSM é unidirecional: quando a informação atinge certa idade, é transferida para a mídia mais barata - é lá fica. ILM é bidirecional: a informação pode voltar à mídia mais cara, automaticamente, se voltar a ficar importante. No HSM, o critério de transferência é a idade e se aplica a arquivos estruturados, como tabelas. No ILM, os critérios de transferência são mais elaborados (podem incluir, por exemplo, a probabilidade de o arquivo vir a ser necessário) e se aplicam a trechos de arquivos estruturados (uma tabela pode estar em fita, mas um trecho dela, o mais importante, pode estar na memória cache) e a arquivos não- estruturados (e-mails e arquivos de escritório, Por exemplo). 'A maioria das informações estratégicas está em e-mails, que precisam ser tratados numa política de ILM", explica Medeiros, da PHD. ILM é uma daquelas coisas sobre as quais é bem mais fácil falar. É por isso que, apesar da economia que proporciona, há poucas histórias. "ILM é um caminho, não uma meta", explica Pais. "Sua complexidade é comparável à de projetos de gestão empresarial. Não é coisa para ler três livros e sair instalando." O custo de implementar ILM é alto. Mas uma tendência promete reverter esse quadro: começam a surgir software especializados em fazer ILM para aplicativos específicos, como Microsoft Exchange, PeopleSoft, SAP: "Nesses casos, não é mais preciso escrever o software de ILM do zero", explica Pais. "A quantidade de serviço aumentou muito, mas o orçamento para storage do CIO é o mesmo do ano passado", diz Francisco Moltedo, diretor de vendas da StorageTek . "É por isso que o CIO agora passa a . prestar mais atenção em idéias.' como ILM." Nem sempre a área de informática é receptiva à idéia. "Pergunte a qualquer CIO, ele vai dizer que trata bem da armazenagem de dados", diz Medeiros. Isso porque a área de TI não recebe reclamações dos usuários. É óbvio: ela tende a armazenar em mídia mais cara as informações vindas dos aplicativos mais importantes, justamente para evitar reclamações. Mas essa é a questão. Nem todos os dados gerados por aplicativos importantes devem ficar em mídia cara; nem todos os e-mails devem ser apagados quando atingem certa idade. "É comum que, depois de uma consultoria, eu mesmo informe o CIO de como seus aplicativos estão consumindo recursos de armazenagem nos vários servidores da empresa", conta Gérson Gonçalves, consultor de pré-vendas da Computer Associates. "É comum que o cliente não saiba nem isso."
- Armazenamento para empresas
Dezembro de 2003, Revista Info Exame
O SunStorEdge foi o melhor para 51% dos leitores. O mercado global caiu 2%, mas a Sun subiu 20% nas vendas no segundo trimestre de 2003, segundo o IDC. Indicadores: SunStorEdge 3900 (Sun). Celerra NS 600 (EMC) StorageNet 6000 ( StorageTek ) .
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StorageTek
Dezembro de 2003, Revista Information Week
A StorageTek foi buscar no mercado um profissional com 20 anos de experiência na área de TI para comandar a área de serviços profissionais. Marcelo Grandchamp, ex-EMC e ex-Cambridge Technology Partners, assume a nova função com planos de reestruturar a área de serviços o que inclui a instauração de programas de certificação para funcionários e parceiros e aumentar, de 45% para 60%, a participação da área no faturamento da subsidiária brasileira em 2004
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StorageTek contrata ex-EMC para diretor de serviços
24 de novembro de 2003, AE Setorial
A StorageTek , empresa de soluções e serviços de armazenamento de dados, anunciou Marcelo Grandchamp, de 37 anos, como diretor da área de Serviços Profissionais. O executivo passou os últimos quatro anos na direção da área de Serviços Profissionais da EMC e, antes disso, foi diretor de projetos da Cambridge Technology Partners, empresa de consultoria e integração de aplicativos. Grandchamp é bacharel em Processamento de Dados pela FIEO, com pós-graduação em Análise de Sistemas pela FAAP e Administração pela USP. Atualmente, o executivo está concluindo o curso de MBA Executivo Internacional pela USP. A StorageTek, que faturou US$ 2 bilhões em 2002, possui cerca de 7.200 colaboradores em 32 países e atua há mais de 30 anos no mercado de TI. A StorageTek Brasil estabeleceu-se em São Paulo em 1994 e atualmente também possui escritórios em Brasília, Curitiba e Rio de Janeiro
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StorageTek tem novo diretor de serviços profissionais
21 de novembro de 2003, Revista Busca Fácil
A StorageTek, empresa de soluções e serviços de armazenamento de dados, anunciou a contratação de um novo executivo para a área de serviços profissionais. Marcelo Grandchamp assume a diretoria da área com a missão de reformulá-la e aumentar sua receita em 2004, estabelecendo para isso novos processos e metodologias para qualidade e garantia dos serviços .
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Brocade anuncia gerente-geral no Brasil
07 de novembro de 2003, Revista AE Setorial
A Brocade Communications Systems, empresa que fornece infra-estrutura para storage, anuncia novo gerente-geral para o Brasil. É Samuel Xavier, 36 anos, que teve passagens pela Symbol, onde atuou como gerente de desenvolvimento de canais, e StorageTek , como gerente de marketing e canais. Especialista em processamento de dados com pós-graduação em Marketing Industrial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Xavier quer firmar a empresa como fornecedora de equipamentos para redes de armazenamento de dados no País
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StorageTek: serviços profissionais em foco
Novembro de 2003, Informática Hoje
A StorageTek empresa reconhecida no Brasil como um bom fabricante de sistemas de armazenagem em fita. mas não como uma empresa de serviços, está na fase final de um processo de mudança, que busca. exatamente, mostrar ao mercado que é também uma empresa de serviços profissionais. "A mudança de filosofia, com foco em serviços. começou há dois anos e está sendo consolidada agora". afirmou o vice-presidente mundial da companhia, William Treadwell, durante um encontro realizado em San Diego, Califórnia. Do faturamento anual da empresa, de US$ 2 bilhões, 60% vêm de produtos (85% desse porcentual vêm de hardware e 15% de software) e 40% da prestação de serviços. incluindo a manutenção. A meta, diz Treadwell, é chegar a 2005 com os serviços respondendo por 60% do faturamento global. Para isso, informou, a StorageTek terá. cada vez mais. foco em serviços profissionais. como implementação de sistemas de armazenagem. consultoria, planos de recuperação pós-desastres. serviços relacionados a infra-estrutura. e serviços de manutenção de equipamentos de outros fabricantes. No mesmo encontro, o presidente mundial da StorageTek, Patrick Martin, disse que as pesquisas indicam esse caminho: os investimentos em hardware devem crescer 5% ao ano, mas os investimentos em serviços devem crescer 15%. A justificativa, segundo Martin: prepare-se para gastar US$ 3 com serviços para cada dólar de armazenagem. E reforçou o conceito de gestão do ciclo de vida das informações, que, segundo diz, é a base dos sistemas vendidos pela empresa. No Brasil, produtos respondem por 55% do faturamento. Só 5% vêm de serviços profissionais. "A meta local é chegar a 20% ou 25% em dois anos", revela Armando Andrade, presidente da empresa no Brasil. Para atingir a meta, Andrade está trabalhando em duas frentes: treinamento de profissionais e consolidação de cases para referência. Há cerca de cinco meses à frente da subsidiária, Andrade buscou na concorrente EMC o executivo Marcelo Grandchamp para ocupar a diretoria de serviços profissionais e ampliou o time de vendedores. "Para implementar a segunda parte da estratégia, criar referências, vou mostrar para o mercado, cases, que a companhia capacitação em serviços, oferece uma linha completa e faz a manutenção em equipamentos de outros fabricantes", diz Andrade. Em outubro, por exemplo, fechou três contratos em que dá manutenção em equipamentos de outros fabricantes com Bradesco, C&A e Datamec. "Ainda não é manutenção de tudo, são contratos pequenos, mas vamos trabalhar para fazer a manutenção de todo o parque tecnológico", enfatiza. Segundo Andrade, a StorageTek Brasil fechou o segundo trimestre bem acima da meta esperada e deve encerrar seu ano fiscal, em dezembro, com crescimento de 20% na receita. Para 2004, o objetivo é crescer 26%. Outra ação implementada pela empresa para crescer no país foi a mudança, no início de novembro, para uma nova sede, na Chácara Santo Antonio, na qual foi instalado um laboratório. "Essa mudança faz parte da estratégia de investir na marca e em capacitação", diz Andrade. Segundo ele, o laboratório está capacitado para rodar soluções do cliente. o que torna, na sua avaliação, dispensável a instalação no país de um centro de operações (NOC). "Os investimentos no país, para o período de junho de 2003 a dezembro de 2004 são de cerca de US$ 5 milhões", informa. Andrade quer também aumentar a base de clientes hoje, são 160 grandes empresas
ATALHO
Como quase todos os fabricantes, a StorageTek diz querer faturar mais com serviços profissionais. Na verdade, quer uma quota maior do orçamento do CIO, que gasta US$ 3 para cada dólar investido em storage. Dos US$ 2 bilhões , que a StorageTek fatura por ano, em todo mudo,60%, vêm de produtos. No Brasil, só 5%,00 faturamento vêm de serviços profissionais. Por isso, a subsidiária brasileira está investindo treinamento em histórias de sucesso com clientes de controle de operações de armazenagem (um NOC)
- A Brocate
Novembro de 2003, Informática Hoje
A Brocade Communications Systems, fabricante de sistemas de armazenagem, contratou novo gerente-geral para o Brasil: Samuel Xavier (ex- Symbol, ex- StorageTek ), cuja missão, ele mesmo diz, "é consolidar ainda mais o nome da Brocade no Brasil", .
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Valor aos dados
Novembro de 2003, Computerworld
Que o armazenamento vem se tornando um item cada vez mais critico para corporações não é novidade. O crescimento exponencial de dados e informações produzidos pelas empresas, unido à pressão por redução de custos e às necessidades de gerenciamento mais complexas, tem obrigado os fornecedores também a mudar drasticamente seu perfil de atuação. Mais uma vez, entra em cena o fornecedor de serviços e não apenas de discos ou fitas. O novo modelo é ancorado no conceito do gerenciamento do ciclo de vida dos dados, hoje apregoado por praticamente todas as empresas do setor. "É uma nova forma de gerenciamento da informação, em que o armazenamento é alocado segundo o valor, o tempo e políticas de retenção e acesso aos dados", explica Carlos Cunha, gerente geral da EMC Brasil. Oferecer algo assim ao mercado exige mudanças no tradicional conceito de vendas. "Hoje estamos nos estruturando em uma área de operações de cliente, que engloba vendas, soluções de tecnologia e serviços", lembra Cunha. Caminho semelhante segue a StorageTek , que neste ano assumiu a postura de prestador de serviços profissionais. Já a HDS (Hitachi Data Systems) aposta em interoperabilidade. "Trabalhamos para permitir que o cliente tenha controle completo da solução final. Nós o treinamos para que ele tenha o completo entendimento da solução que está implementando", diz Oscar Clarke, country manager da subsidiária brasileira. .
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