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StorageTek na Mídia
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StorageTek traça estratégia
26 de novembro de 2003, Alta Voltagem
Intensificar a atuação na área de serviços é a diretriz da StorageTek, que adota um posicionamento mais agressivo no mercado brasileiro sob o comando de Armando Andrade, que assumiu a gerência geral da empresa há cinco meses. A companhia anuncia ainda uma série de lançamentos que, somados às alterações no quadro de funcionários e a mudança de endereço, compõem a nova estratégia da companhia no país. A fornecedora de soluções para armazenamento também reforçou a parceria com a Brocade, fabricante de soluções para infra-estrutura SAN, e passa a comercializar os novos switches SilkWorm, da linha Value.A área de serviços profissionais passou às mãos de Marcelo Grandchamp, ex- EMC. Entre os planos do executivo está a implementação de programas de certificação para funcionários e parceiros. "Hoje, 45% da nossa receita vêm de serviços. A meta é ampliar este número para 60%", afirma o gerente geral. Aumentar a participação do Brasil na receita proveniente da América Latina também é prioridade da subsidiária, que hoje responde por 40% do faturamento da região. Até o final de 2004 devemos atingir 50%, percentual tradicional na indústria", garante Andrade. Entre os lançamentos estão o subsistema de disco 0240, da família D-Séries; o B200 (disco com arquitetura SATA, da família Bladestore); o B250 (novo módulo de BladeArrayde 2 gigabits); a nova interface nativa Escon para seu tape drive T9840C; o dispositivo de replicação e espelhamento remoto MirrorStore e a solução para armazenamento virtual VSM 4. As soluções estão disponíveis nos distribuidores Ação Informática, Servix e Mude.A fabricante promete, em breve, somar novos parceiros ao seu canal, hoje composto por 40 empresas.
- Brasil já iniciou mudanças
19 de novembro de 2003, Computerworld
Na subsidiária brasileira, Armando Andrade reestrutura operação e comemora resultados
Anunciadas oficialmente somente agora, as mudanças de rota da StorageTek tiveram início no Brasil há cerca de quatro meses, com a chegada de Armando Andrade (ex-EMC) ao comando da companhia. O executivo assumiu a operação com o compromisso de elevar a participação de serviços dos atuais 45% do faturamento para algo em torno de 60% nos próximos dois anos. De acordo com Andrade, a primeira etapa já foi cumprida. "Reformulamos a área de serviços. Trouxemos o Marcelo Grandchamp, ex-diretor de serviços profissionais da EMC e contratamos mais três gerentes de projetos", explica. Para ele, o Brasil conta hoje com muitas empresas que prestam serviços, mas pouquíssimas que prestam bons serviços, e aí estaria o diferencial da StorageTek. "Quanto mais especializados formos, maiores as nossas chances", diz. Certo de que pode convencer os clientes que será um bom prestador de serviços, Andrade ressalta a transformação da StorageTek em uma empresa multivendor, e provoca os concorrentes. EMC, por exemplo, só presta serviços para produtos fabricados por ela. Nós fazemos de qualquer equipamento", diz, citando três contratos já conquistados neste modelo: Bradesco, C&A e Datamec. Pelos números apresentados pelo diretor regional, as mudanças começam a se refletir nos resultados da empresa. O segundo e terceiro trimestres deste ano foram fechados com resultados 10% acima das metas estabelecidas. "Já realizamos o ano de 2003, com crescimento de 20%, e estou oferecendo para a corpo ração mais 26% em 2004", diz. O resultado virá, primeiro, dos US$ 5 milhões em investimentos previstos para ocorrer entre junho deste ano e o fim do ano que vem. Além disso, a StorageTek Brasil definiu que atingirá o mercado por quatro caminhos: vendas diretas, canais, contratos de OEM (Unisys, NCR e Sun) e a Columbia Storage, considerado um revendedor especializado. A estrutura de canais também sofreu mudanças, saltando de três distribuidores para oito. Ainda assim, uma das metas colocadas pela companhia é que as vendas indiretas passem dos atuais 70% do faturamento para 40% já em 2004. "Isso sem queda no volume de vendas dos parceiros", ressalta. As mudanças não param por ai. Andrade garante estar adicionando à sua base de clientes - hoje com 160 empresas no pais mais 15 contratos mensais. "Vamos ganhar o mercado com a oferta de serviços. Não vou concorrer com a EMC e a HDS pela venda de discos", conclui.
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Rumo ao setor de serviços
19 de novembro de 2003, Computerworld
Durante encontro de usuários, a StorageTek anuncia sua entrada na área de serviços
Os incêndios que quase paralisaram o estado da Califórnia (EUA) no fim de outubro não foram suficientes para dissipar o ânimo dos cerca de mil usuários da StorageTek. Reunidos em San Diego, entre os dias 29 e 30, os clientes da empresa especializada em soluções de armazenamento foram informados sobre os novos rumos que a companhia deve seguir. A partir de agora, a StorageTek deve centrar esforços em seu processo de transformação: a empresa quer deixar de ser reconhecida apenas como fornecedora de hardware para armazenamento e ganhar o mercado de serviços profissionais. "A tecnologia sozinha não é efetiva. Por isso decidimos lançar nossas organizações de serviços profissionais e engenharia de sistemas com o objetivo de empacotar e implementar soluções para nossos clientes", afirma Patrick Martin, CEO da companhia. De acordo com o executivo, a expansão da área de serviços vai permitir que a StorageTek passe a atuar em todos os nichos que compõem as soluções de storage, classifica- dos por ele como gerenciamento da informação, storage primário, proteção de dados e arquivo de dados. Pelas contas do executivo, na contramão da redução dos orçamentos de TI está o volume de informações geradas pelas corporações, que crescem de 50% a 70% ao ano. A aposta da StorageTek está na necessidade de consolidação de servidores, data centers e congêneres que, seguindo a nova filosofia, poderá ser planejada, implementada e operada por um único fornecedor.
A opção pela oferta de serviços não ocorreu por acaso. Em entrevista ao COMPUTERWORLD, William Treadwell, vice- presidente da StorageTek, lembra que, historicamente, os gastos com armazenamento representam entre 5% e 6% dos orçamentos de TI, contra 16% de serviços. "Além disso, é sabido que os preços de hardware vêm caindo ano a ano. Por isso nos obrigamos a esta mudança de cultura", afirma. Quem melhor representa a mudança é Michael Mayfield, diretor global de operações e serviços da corporação. Ele lembra que vender hardware é bem diferente de comercializar serviços, e que para isso a StorageTek vem investindo muito embora não revele valores em treinamento e capa- citação de profissionais. "Para o sucesso de nossa estratégia, a área de serviços deverá representar, até 2005, de 55% a 60% do faturamento da empresa", diz. Em 2002, quando a empresa fechou o ano com faturamento de cerca de US$ 2 bilhões, o setor de serviços respondeu por 40% da receita. Quando fala em serviços, o executivo tem em mente a conquista de espaço em quatro áreas: suporte ao usuário, serviços profissionais, desenvolvimento de soluções e disaster recovery. A concorrência, passa a acontecer em campos diferentes e contra empresas que, em alguns momentos, são parceiras. "Nossos competidores tradicionais são a EMC e a HDS. Com a transformação, passamos a competir também com a IBM e a Sun': revela. Treadwell, o vice-presidente, acredita que é possível mudar a rota sem perder lucratividade, tanto que a empresa vem de 13 trimestres de lucro, cinco trimestres de crescimento em vendas e tem hoje US$ 930 milhões em caixa. "A indústria de hardware é um exemplo de que esse tipo de trans- formação é possível", diz. Para que ela ocorra de fato, o executivo aposta no desempenho nos chamados mercados emergentes: América Latina, Asia e Austrália. Obviamente, quando se fala na primeira região, o Brasil surge com o maior potencial de compra.
- StorageTek tem novo Tape Drive
14 de novembro de 2003, Revista Busca Fácil
A StorageTek, companhia de soluções para armazenamento, gerenciamento e proteção de dados, anuncia um novo modelo de sua linha de Tape Drive, o T9840C. Segundo o fabricante, ele oferece uma melhoria significativa nas taxas de transferência de dados, além de duplicar a capacidade de armazenamento em relação aos dois modelos anteriores. Os cartuchos já usados nos dois outros modelos também podem ser reutilizados. Por duplicar a capacidade de armazenamento, o novo equipamento permite utilizar um espaço menor na biblioteca de fitas. Disponível com interface nativa de 2Gbit Fibre Channel, o T9840 integra-se diretamente a qualquer SAN (Storage Area Network) com conectividade de alta velocidade, sem a necessidade de adaptadores adicionais
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StorageTek adota postura mais agressiva
07 de novembro de 2003, IT Web
Maior oferta de hardware e serviços são as estratégias para fazer expandir a participação brasileira nos rendimentos globais da empresa
Uma série de lançamentos o fortalecimento da parceria com a Brocade e a ênfase na área de serviços marcam a nova postura da fornecedora de soluções de armazenamento de dados StorageTek. Sob nova gerência geral de Armando Andrade que assumiu a posição há cinco meses , a subsidiária brasileira, agora mais agressiva, pretende aumentar a participação do País na receita global da empresa. Hoje o Brasil responde por 40% da região, percentual abaixo dos tradicionais 50%. "Mas, até o fim de 2004, vamos ter alcançado esse patamar', acredita Andrade. Dando impulso às mudanças estratégicas, a StorageTek recentemente mudou de sede, da Vila Olímpia para o bairro Chácara Santo Antônio, também em São Paulo. Na lista dos lançamentos estão: subsistema de disco 0240; B200, disco com arquitetura SATA (serail ATA) da família Bladestore, B250, novo módulo de Blade Array de 2 gigabits; interface Escon para seu tape drive T9840C dispositivo de replicação e espelhamento remoto MirrorStore e a solução para armazenamento virtual VSM 4. Complementarmente, a parceria com a Brocade reafirma a StorageTek como provedora de todos os equipamentos da fabricante de switches para SAN (storage area network), o que inclui a nova linha Value Line da família SilkWorm. Apesar de tantos hardwares, a ênfase em serviços profissionais e de manutenção deve fazer crescer de 45% para 60% a participação da área na renda da empresa de storage. "Para fortalecer essa oferta de consultoria e análise de infra-estrutura, fomos buscar profissionais no mercado. Entre eles, o novo diretor da área de Serviços Profissionais Marcelo Grandchamp", destaca Andrade.
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StorageTek e Brocade anunciam parceria no Brasil
06 de novembro de 2003, Computerworld Online
A StorageTek, empresa especializada em produtos de armazenamento, e a Brocade Communications Systems, voltada para fornecimento de infra-estrutura de SAN (Storage Area Network) anunciaram uma parceria para oferecer soluções de storage no mercado brasileiro. O principal objetivo do acordo é mesclar soluções de infra-estrutura SAN desenvolvidas pela Brocade com as fitas e discos de armazenamento da StorageTek. A partir de agora, a família de switches SilkWorm, incluindo a linha Value Une, estará disponível ao mercado via StorageTek. Com esta parceria, a StorageTek fica responsável pelos testes, qualificação e garantia dos switches Brocade. As duas empresas passam a oferecer soluções para consolidação de servidores e storage, aumentando a oferta de soluções para disponibilidade dos ambientes e operações seguras de backup e .
- CEO da StorageTek expõe fortes opiniões sobre storage
03 de novembro de 2003, IT Web
Executivo aponta fraquezas e soluções para um mercado que ainda não oferece sistemas completos
Novas pressões regulatórias, combinadas com orçamentos de TI apertados, estão levando o mercado a dar grande ênfase ao conceito de gerenciamento do ciclo de vida da informação armazenada. E, em meio a esse cenário, 90% dos dados nos data centers nunca são acessados e 80%são replicados em cópias múltiplas. Essa foi a mensagem que Pat Martin, chairman, presidente e CEO da StorageTek, enviou aos usuários no fórum da companhia realizado semana passada, em San Diego, segundo noticiou a CRN americana.A indústria também se depara com a dificuldade em gerenciar o ambiente de storage, as limitações do armazenamento baseado em hard drives primários, a dificuldade com backups e novas regulamentações - esta última questão a mais complicada, segundo o executivo. Para Martin, a chance de se contar com a capacidade de encontrar qualquer coisa em um mar de informação é bem baixa. Atualmente, ele opina que a maneira mais comum de gerenciar o crescimento do storage é por meio de mais dispositivos de discos. O CEO rebateu a opinião dada por Michael Ruettgers, chairman da EMC, anos atrás, de que as fitas deveriam ser extintas num futuro próximo. Disse que o que está "morto" é o disco, aquela que seria a parte mais ineficiente de storage em um data center. A solução, segundo o executivo, seria implementar uma estratégia de gerenciamento do ciclo de vida das informaç ões , sem que o gerenciamento de dados se tome de múltiplos produtos. Para ele, aqueles que dizem que o disco é a única solução, ou a fita ou o storage em rede, está errado. O segredo é ter uma solução integrada. Por fim, Martin disse que nenhum fornecedor possui todas as partes de storage, incluindo a própria StorageTek, e que há um esforço conjunto para tapar os buracos por meio de desenvolvimentos internos e aqui s ições. .
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A BROCADE
06 de novembro de 2003, Jornal do Comércio - RJ
A BROCADE Communications Systems, empresa que atua no fornecimento! de infra-estrutura para Storage Area Network (SAN), anunciou Samuel Xavier como novo gerente geral para o Brasil. O executivo especialista em processamento de dados e fez pós-graduação em Marketing Industrial pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Antes da Brocade, Xavier teve passagens pela Symbol, onde atuou como gerente de desenvolvimento de canais, e StorageTek, como gerente de .
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Falando a mesma língua
05 de novembro de 2003, Computerworld
Normalmente uma empresa tem várias marcas de storage na rede, mas um não fala com o outro se existem três discos de um gigabyte cada, a companhia tem discos de um gigabyte cada, e não um total de três gigabytes. Isso muitas vezes faz com que um disco fique saturado, enquanto outro está com baixo uso. A administração de dados fica mais complicada. "Nenhum fabricante tem uma ferramenta que gerencie por completo equipamentos da concorrência. Ele faz, mas em parte. Jamais é tão aprofundado como administrar o hardware da própria marca", comenta Arnaldo Tavares, engenheiro de sistemas da integradora GPlus. Isso acontece porque as fornecedoras não trocam instruções que permitem gerenciar completamente o produto de outra fabricante ou API (application program interface), um conjunto de rotinas, protocolos e ferramentas para a construção do software. Fabricantes falam de virtualização, mas esse é um conceito para ajudar o aproveitamento de recursos e facilitar o acesso às informações, não é uma forma de gerencia- mento. Cada empresa tem um conceito de virtualização, mas o básico diz que, não importa o servidor e qual sistema operacional, ele terá acesso ao dado. Antes disso cada sistema operacional tinha de acessar a informação pela sua porta proprietária. A IBM diz que a virtualização cria uma camada intermediaria dos dados que serão acessados. "As vezes a empresa tem uma cópia da mesma informação por- que ela precisa ser acessada por diferentes plataformas. Com a virtualização, os clientes podem criar camadas de armazenamento entre sistemas de diferentes fabricantes, possibilitando uma visão unificada e consolidada da capacidade total de storage:Em vez de acessar a informação diferente da base, acessa pelo servidor de virtualização. Eliminando as cópias, elimina espaço livre em disco': esclarece a gerente de marketing para América Latina da IBM, Jeni Shih, destacando que o servidor de virtualização é composto por software, equipamento de storage e exige que os dados estejam numa rede SAN (storage area network).
Gerenciamento de dados envolve ainda backup, restore e business continuity. A empresa precisa saber o que fazer para recuperar o dado que foi gravado há cinco minutos ou dez meses. É preciso metodologia e política, além de testes periódicos lembra Armando Andrade, presidente da StorageTek. As empresas que ainda não fazem gerenciamento dos dados estão perdendo dinheiro. Lobo da Veritas, garante que a economia de disco e, por conseqüência, de custo, com o SRM é de 30% a 40%, eliminando arquivos repetidos, redundantes ou antigos. Custo de gerenciamento ou da falta dele vem principalmente da equipe técnica. Uma administração mal feita gasta horas de trabalho do profissional, além do risco de perder a informação para sempre. Software de gerenciamento resolve esse problema: eles automatizam a operação de backup e diminuem a necessidade de manutenção
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Investindo em relacionamento
05 de novembro de 2003, Revista Info Exame
Uma empresa de comunicação e outra de marketing de relacionamento decidem unir suas operações. E que o mercado de tecnologia da formação tem a ver com isso? Tudo. Esse é o segmento potencial da Effect, companhia nascida da união da TXT Marcom e da MR Marketing, que acabam de formalizar uma joint-venture.
Atuando de forma complementar, as duas companhias já colecionavam clientes comuns no setor. Empresas como Landesk, ICandle, StorageTek, HP, SSA Global, SAP, Siebel e Cisco, entre outras, já utilizaram serviços que, em portfólios distintos, iam desde malas-diretas até detecção e identificação de leads para vendas. "Percebemos que podemos oferecer um único produto voltado para vendas. O cliente precisa comunicar algo ao seu mercado, nós temos condições de definir como fazer isso, para quem e o que oferecer", explica Wagner Venneri, diretor da TXT. Pode parecer pretensioso, mas é com esta proposta que a Effect espera terminar seu primeiro ano de atuação com faturamento de R$ 3,5 milhões, ou 30% a mais que as receitas somadas das duas empresas hoje. "Para chegar a isso, já investimos até aqui cerca de R$ 500 mil na formação da nova empresa", afirma Ana Karina Delgado Fontes, diretora da MR. A executiva explica que, por enquanto, a nova estrutura conta apenas com as equipes das duas empresas, que hoje totalizam cerca de 70 funcionários, mas isso deve mudar. Até o final do ano serão contratadas mais seis pessoas e, entre janeiro e fevereiro, mais dez, a maioria para a área de consultoria.
Clientes
De acordo com os dois executivos, a iniciativa tem sido bem recebida pelo atual quadro de clientes da empresa. A comunicação é feita caso a caso. "A reação é boa porque o mercado de TI está carente de soluções integradas", diz Ana Karina, lembrando que a situação em boa medida tem como causa o enxugamento das estruturas comerciais. Para manter os atuais clientes, os sócios lembram que o novo portfólio não exclui os antigos ser- i viços prestados pelas duas empresas. "Eles poderão comprar tanto de uma quanto da outra, mas a oferta conjunta sempre agrega valor", explica a diretora da MR. Na prática, a oferta da Effect baseia-se em marketing de relacionamento. o conceito de criação da nova companhia parte do princípio de que as corporações passa- ram a se mobilizar em busca do perfil exato de clientes, parceiros, fornecedores, canais de vendas e até dos funcionários para fazer programas de marketing direto. Ferramentas como internet, call center e malas-diretas são, mais do que nunca, um meio para conquistar, fidelizar e reter públicos de interesse. Todos esses processos têm ou deveriam ter como finalidade trazer resultados para as empresas, o que pode significar aumento de vendas e lucratividade. Porém, nem sempre os programas de relacionamento são eficientes a ponto de gerar esses resultados. Essa é a aposta e só os resultados poderão confirmar se está correta. .
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Biografia de um avestruz
01 de novembro de 2003, Revista Info Exame
Avestruz combina com tecnologia? Nos cria- tórios que começam a pipocar por todo o Brasil a ave não só combina como tira vantagem da evolução high tech. Informações como tamanho, peso, identificação e procedência ficam guardadas num pequeno chip, com capacidade para 256 bytes, aplicado sob a pele, perto do pescoço da ave. Isso facilita o controle da criação, mesmo que o animal mude de dono. Além dessas informações, cada microchip tem um número único, considerado a identidade do avestruz. Logo no primeiro mês de vida da ave, o transponder, de apenas 2 mm por 12 mm, é implantado com o uso de uma seringa especial. "Como é feito de bioglass, um vidro especial que não interfere no organismo dos seres vivos, o microchip não chega a incomodar o animal", afirma Marcos Honda, diretor comercial da Acura, empresa especializada em identificação via radiofreqüência. Para ler as informações armazenadas no pequeno dispositivo, são usados leitores por- táteis, de diversos modelos e tamanhos, que trazem um visor, em que os dados podem ser conferidos. a criador gasta cerca de 2,5 dólares com cada microchip e aproximadamente 500 dólares com o leitor a controle de cruzamento é uma das maiores vantagens possibilitadas por esses microchips. a primeiro cio do avestruz acontece entre 24 e 30 meses de vida. Nessa época, os criadores separam dois animais para que haja a reprodução. Para conseguir o maior números de ovos fecundados, são agrupados os machos que mais fecundam com as fêmeas que mais põem ovos. Como o chip traz a ficha completa dos avestruzes, fica mais fácil fazer a melhor escolha. "Sem o microchip, essa combinação seria praticamente impossível", afirma Armando Andrade, country manager da m à criação de StorageTek Brasil, ele se dedica à estrutiocultura o em seu sítio, no município de Saltinho, interior de São Paulo .
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StorageTek tem novo diretor de serviços profissionais
01 de novembro de 2003, Revista Busca Fácil
A StorageTek, empresa de soluções e serviços de armazenamento de dados, anunciou a contrafação de um novo executivo para a área de serviços profissionais. Marcelo Grandchamp assume a diretoria da área com a missão de reformulá-la e aumentar sua receita em 2004, estabelecendo para isso novos processos e metodologias para Qualidade e garantia dos serviços .
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ROBO DE FITAS L20
01 de novembro de 2003, Revista Info Exame
Para empresas que precisam armazenar muitos dados, a biblioteca de fitas L20 pode ser uma boa opção. Tem 20 slots para diferentes tipos de fitas, como Ultrium e SDLT (Super Digital Unear Tape). A versão testada pelo INFOLAB possui um leitor LTO (Unear Tape-Open) Ultrium , outro SDLT 320 e armazena até 3,2 TB. Usando o software Net Backup, da Veritas, e um servidor; IBM Netfinity dual Pentium III 550 MHz, com 512 MB de RAM e placa SCSI Adaptec compartilhada, a velocidade : de gravação com as fitas LTO Ultrium 1 foi de 14 MB/s .
- Os dilemas do PACS
01 de novembro de 2003, Guia de Fornecedores Hospitalares
Quem se envolve na discussão do PACS (Picture Archive and Communication System) deve levar em conta vários detalhes que podem ser determinantes para a construção de um bom projeto. Estão envolvidos os fornecedores de TI (HP, IBM, Dell, Sun, Microsoft, Oracle, etc ...), os de Storage (EMC, Storagetek, Hitachi, etc ...), os de equipamentos hospitalares (Siemens, GE, Philips, etc ...) e os de filmes (Agfa, Fuji, Kodak). PACS é a sigla em inglês, do conjunto de aplicativos de TI para aquisição, armazenamento e distribuição de imagens diagnósticas. Em TI, a simples sigla e de um conjunto de processos pode atrapalhar um projeto. ERP, CRM, BI, MRP e outras definem um conceito, que geralmente é construído por vários sistemas e sua integração. Por exemplo: quem comprou um sistema tido' como CRM para todos os fluxos de relacionamento com clientes, percebeu da pior maneira que fracassou. No PACS, grande parte dos processos da gestão de imagens está fora dos sistemas oferecidos, principalmente a integração com os demais, que é definida no pré-venda como possível, mas não faz parte da solução. Então vamos entender PACS co~ a TI olha as demais siglas: não existe limite para fluxo e como cadeia de processos é integrada, não se sabe onde ele começa ou termina. O principal dilema do PACS é 1efinir o que se deseja:
- Todas as imagens geradas nos equipamentos OU
- Somente imagens que acompanham os laudos OU
- Somente imagens cujos resultados tenham indícios de anormalidade OU
...pode-se fazer uma lista com mais de 50 variações.
Isso determina o nível de investimento.
Escolha do fornecedor
Outro dilema é trabalhar com um fornecedor único ou montar a solução. Para auxiliar nesta questão:
- A maioria do que se adquire são componentes de TI em padrão aberto e nenhum fornecedor de TI possui todos os produtos de uma solução. Adquirir TI de fornecedor único leva a custos maiores.
- Em PACS estão concorrendo empresas que ofertam soluções completas, com produtos de TI inclusive, mas com objetivo final de colocar seus pro- dutos finais: equipamentos médicos e filmes.
Mercado
o projeto não pode ser analisado pelo custo benefício: os convênios não pagam um centavo a mais por isso aos hospitais e" os custos ainda são proibitivos. O principal alerta na oferta de uma solução completa, é que na sua composição não fica claro qual o preço dos produtos e dos serviços. O fornecedor tenta fechar um contrato de manutenção de X % em relação ao preço total, isso traz um custo de manutenção elevado.
Conclusão
Inovação: poucas empresas dominam o assunto e oferecem além dos seus produtos, serviços de integração de solução que deixam o projeto mais caro. Existem vantagens e desvantagens em se adquirir um pacote fechado ou compor a solução com vários fornecedores. Só é recomendado construir a solução com vários fornecedores quando o hospital possui uma estrutura interna de TI ou uma consultoria independente. Neste caso a redução de custos é significativa.
Composição básica de uma solução :
Dispositivo de Armazenamento
Hardware para armazenar as imagens, fornecidos pelos fabricantes de TI ou Storage.
- Sistema de Armazenamento É o conjunto formado pelo SGBD (Oracle, SQL Server, DB2, etc ...) e o aplicativo que gerencia as imagens no servidor central. Se as imagens vão ser disponíveis na WEB, serão necessários dois sistemas por razoes de funcionalidades e segurança. Tirando o SGBD, que adquirimos de fornecedores de TI, existem vários fornecedores do aplicativo. Alguns exclusivos de sistemas (Medasys, etc) ou os fornecedores de equipamentos hospitalares ou filmes. O preço e funcionalidades desses sistemas são bem semelhantes, e todos excelentes. Para quem tem coragem, existem 'freewares'. . Aplicativos de visualização -. São programas que rodam nas estações, ou os plugins para visualização em ambiente WEB. São fornecidos pelos mesmos fornecedores dos sistemas de armazenamento. Todos que olhei também são ótimos e bem amigáveis.
Também existem 'freewares' Dispositivos de captura:
Se o equipamento de diagnóstico não tem serviços DICOM (protocolo de aquisição digital das imagens) é necessário incluir dispositivos para captura das imagens. Exemplos:
- Raio X analógico necessita de digitalizador ...
espécie de scanner que produz a imagem digital a partir do chassi. São fornecidos pelas empresa de filmes, e espetados diretamente na rede.
- Na endoscopia analógica temos que coloca r lima placa de captura de vídeo, como se estivéssemos escolhendo um frame em um filme de TV. Estas placas são as mesmas que usamos para conectar, por exemplo, um vídeo cassete em um PC.
- Estações especiais de visualização O grande apelo da solução é eliminar os filmes, com as consultas diretamente nos micros.
Para consulta, deve-se ter um bom monitor. Diz a lenda (é discutível) que uma estação com um monitor de 17 basta, exceto para a Radiologia (geral que necessita de monitores de no mínimo três mega pixels. São monitores de padrão aberto.
- Impressoras: Se os filme" não forem eliminados, precisamos de impressoras de filme.
Os fornecedores habituais de filme tem soluções excelentes para todos o tamanhos, e com tecnologias dive as que devem ser estudadas caso a caso (Dry ou W .L"O Laserou Térmica)
- Integração com os demais sistemas do hospital
- Ambiente O mais surpreendente é que tudo isso ocorre na mesma rede física de dados do hospital, para que os benefícios sejam alcançados. Isso significa a mesma rede onde estão os outros micros e sistemas administrativos do hospital, usando nosso conhecido TCP-IP
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